domingo, 26 de abril de 2026

emaranhados

entrelaçada nos fios eletricos e eu só queria pensar um pouco, desemaranhar os fios coloridos da minha cabeça, para sair e poder ver o céu escurecendo lá fora.Ouvir o plim   do telefone e mentalizar você no outro lado da linha ,pular de tão feliz era o prpósito mas desprovido dessa cena bonita...não foi dessa vez. Mas tento pelas vias das mentes telepaticas que também não acertam o que eu só queria falar com você, combinar da gente escutar um som calmo mais tarde,tomar um ventinho frio na cara... você me paralizando com suas conversas intelectuais e eu topo, me favorece um céu estrelado ...Sem lágrimas nos olhos ou medo em meu pensamento
A rotina se baseava na malícia do despertar,do banho morno ausente e no ato de escovar os cabelos 100 vezes, submetendo-se  a dizer bom dia para  mais duas pessoas que moravam no mesmo casebre.
Praticando essa rotina tediante ,era fato que nada fazia esperniar-me a não ser tomar uma xícara cheia de café fervente...
 ir para aula enrrolada no papel de presente imaginário e ser depenada com as laudas cumpridas e bem escritas na correção e no olhar assíduo do supervisor. As pesquisas em andamento não andam mais, a ansiedade que vem é nada breve, isso de fato me faz sentir
A Sombra do lustre no quarto pequeno, fazía-me ter idéias dos fantasmas que rondavam-me afim de companhia...
A criança frágil exposta dentro de mim fazia-me sentir vulnerável outra vez...

nada a ver com nada

Eu gosto do pouco de chuva que cai esta noite, eu gosto do vício de estar sempre ligado...me perguntando quando irei sair dessa. Me sinto controlanda, perdendo o controle da minha propia vida sem demandas ou cargas pesadas forçando a barra. Você tão distante, tão provocante e eu gosto disso.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Tentado entender a minha vida, depois de tantos anos longe daqui. Da escrita, da arte, longe da cura, longe de criar. Acho que a partir de agora, comeca uma nova jornada na minha vida, espero poder conclui-la dessa vez.